Busca de emprego “autodidata” nas redes sociais

26-07-2012 |
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O mundo está evoluindo de forma vertiginosa e, conforme as redes sociais ganham maior peso, o acesso a uma vaga se torna um processo cada vez mais árduo, é o que explica o presidente e cofundador da rede profissional LinkedIn, Reid Hoffman.

As mídias sociais proporcionam, de forma fácil e rápida, o contato entre o candidato à vaga e os headhunters e ajudam a converter a carreira profissional na maior empresa para os próprios candidatos.

Assim diz o responsável pelo LinkedIn, rede social profissional que conta com mais de 150 milhões de membros em todo o mundo, em seu livro “El mejor negocio eres tú”(Comece por Você), que acaba de ser lançado em espanhol e em português. Se você é advogado, médico, professor, engenheiro ou mesmo o proprietário de um negócio, você deve ver a sua carreira como o negócio mais importante e trabalhar para crescer com êxito, acrescenta.

Neste livro, realizado em conjunto com o empresário Bem Casnocha, o responsável pelo LinkedIn, também ex-vice presidente e fundador do PayPal e ainda promotor de mais de cem empresas de tecnologia, incluindo Facebook e Zynga, também destaca o potencial das redes sociais em ajudar na "necessária adaptação do trabalhador" em um mercado de trabalho cada vez mais mudado.

Busca por emprego sem instruções

Sobre o tema do poder da Internet no âmbito da empregabilidade, a PhD em Sociologia e pesquisadora do IESE-IRCO, Esperanza Suarez, que também é consultora em Recursos Humanos, afirma que a gestão bem sucedida das redes sociais no âmbito profissional carece de regras fixas.

De seu ponto de vista, tanto a busca por emprego, quanto o recrutamento de trabalhadores na internet se aprende de forma “autodidata”, sem manual de instruções, observando o que fazem os outros ao interagirem no mundo 2.0.

Na opinião da pesquisadora, as redes sociais favorecem e agilizam a conexão entre headhunters e candidatos a um emprego: não apenas no caso do candidato que se esforça ativamente, mas também daquele que permanece passivo depois de inserir seu perfil profissional na internet.

Opiniões mais sinceras na rede

Segundo Elena Méndez Díaz – Villabella, professora do IE e diretora de enEvolución, rede de especialistas em recursos humanos, as opiniões nas redes sociais tendem a ser mais sinceras que na “vida real”.

O currículo tradicional e as cartas de recomendação estão perdendo relevância e os recrutadores começam a apostar na análise dos perfis criados pelos candidatos nas redes sociais.

“Nas entrevistas tradicionais muitas vezes se escutam discursos prontos para impressionar; no entanto, nas redes sociais as pessoas se expressam de forma espontânea e mais sincera”, afirma.

O CV clássico, com dados de formação e experiência profissional expostos de forma sequencial e padronizada começa a complementar-se com o que se denomina “curriculum vitae social”.

Este tipo de currículo agrega os dados das redes sociais das quais participa o candidato: o tipo de pessoas com as quais se relaciona, os seus verdadeiros interesses e assim por diante.

Finalmente, recomenda-se a quem participa de conversas nas redes sociais que sejam prudentes: primeiro observando e depois participando com uma estratégia bem definida.

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